Envie 'Por que a polícia continuará matando pessoas inocentes ' a um amigo
Envie uma cópia do artigo 'Por que a polícia continuará matando pessoas inocentes ' a um ou mais amigos, separando por vírgulas
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O principal problema da nossa polícia, é que elas estão com a orientação
errada, elas se esqueceram que elas devem defender a vida acima de tudo,
inclusive a vida do criminoso, que só deve ser ceifada quando colocar em
risco a vida de terceiros (policiais ou inocentes).
Pois hoje em dia, o pobre (classe a qual me incluo), não tem medo, tem
pavor de polícia, afinal vc não sabe se é uma abordagem de rotina, ou se
é alguma suspeita (Ps. sou negro também, o que aumenta o pavor, creio
que dispensa explicações).
Professor Paulo Queiroz.
Há algum tempo, vi num telejornal de alcance nacional, o apresentador Boris Casoy dizer que a diferença de quem subtrai 1,00 para quem rouba 1.000,00 é a OPORTUNIDADE. Não creio em tal afirmativa. A desigualdade social é de proporções gigantêscas. Há sim miseráveis que furta um real para comprar pão na padaria da esquina… Eu, particularmente, o faria se me encontrasse com tamanha fome. Não se trata de apologia ao crime. Aplica-se ai o princípio da insignificância, defendida por este perspecaz professor.
Entretanto, no que se concerne as precipitações da polícia, ainda que se trate desta barbaridade, ocorrida no Rio de Janeiro. Importante dizer que bandidos a toda hora ceifa vida de policiais que deixam filhos órfãos, mães chorosas e esposas desesperadas.
Mas o que nos assombra, sobremaneira, é que do outro lado, quem estar sendo atingido pela incompetência, intolerância e despreparo é o cidadão que paga e dar razão a existência da polícia, através dos impostos que estes contribui para seus algozes.
O que fazer o governante? Punir, punir e punir. É o mesmo que devolver ao contribuinte uma reação de um crime de maneira ainda mais brutal e maléfica.
Há uma seara, porém, que mais uma vez não posso evitar de adentrar. As igrejas evangélicas, de uma forma ou de outra tem recuperado mais indivíduo do que o estado e sua punição estatal. Penso que estas igrejas deveriam ter algum incentivo econômico e fiannceiro pela ajuda de valor inestimável quem tem dado a sociedade…
Rogério Lima (Estudante de Direito)
perdoe-me o desvio de foco, mas as igrejas já não recebem tal incentivo econômico (imunidade fiscal e em algumas, penal) a propósito, já ouviram falar em crime perfeito?(ressalte-se: em algumas)
É claro que não me passou despercebido tais incentivos econômicos. Do mesmo modo que não desconsidero a existência de instituições eclesiáticas que visam só o retorno pecuniário. Mas ainda assim, o investimento público e particular é ínfimo diante dos desvios cometidos por algumas instituições públicas. Uma CPMF que não resolve o problema da saúde. IPVA que não soluciona o caos das estradas. O percentual das loterias que não se destina à educação. O INSS que se contribui por toda uma vida aposentando o contribuinte com dez salários mínimos e após méia dúzia de anos reduz-se, abruptamente, para 1 1/2.
Mas, o salutar é que este espaço é democrático e acabamos interagindo com pessoas perspicazes, da estirpe de Paulo Henrique Resende.
Enfim, muda-se um pouco de foco mas o objetico continua o mesmo. Tentar socorrer e melhorar a sociedade. Da qual somos seu produto meio.
Ainda.
Rogério Lima
Olá Paulo.
Fui sua aluna na UCSAL a alguns anos, e continuo a admirá-lo pelo notável saber jurídico.
Desde o ocorrido na semana passada eu já esperava seu comentário sobre o o sensacionalismo da imnprensa e o despreparo da polícia no caso em que policiais matam sem saber em que atiram, e acabam por matar crianças, jóvens e adultos inocentes.
Para nós telespectadores parece que de repente a polícia entrou em surto psicótico e passou a agir dessa forma, já que nas últimas semanas cada dia um caso novo é noticiado e obviamente pega carona e intensifica o sensacionalismo do caso anterior.
Pena que poucos tem o interesse e a oportunidade de ouvir a opinião de quem fala com respaldo e conhecimento e acabam por ficar apenas com a opinião dos telejornais que querem ibope e vender matéria.
Obrigada por continuar compartilhando da sua opinião sempre crítica, bem fundamentada e eivada de hipocresia.
Georgina Freitas
È preciso reconhecer que a polícia miltar prestar grandes serviços à sociedade mesmo quando mata bandidos, esse mal necessário.
Os inquisidores, nazistas, sadam e todos os criminosos do poder pensavam o mesmo, mas eram apenas criminosos no exercício temporário do poder.
A polícia militar e outras organizações criminosas só existem porque somos um país de fracos, sem poder de decidir sobre as questões fundamentais!
Castigar rigorosamente e escancaradamente policiais parece mesmo uma forma de esconder a sujeira debaixo do tapete.
Não é de hoje a discussão de que as polícias devem se civilizar, pela desmilitarização e por uma melhor seleção e qualificação dos seus profissionais.
Porém, as políticas do comodismo e do apadrinhamento fazem com que seja praticamente impossível que tais instituições se modernizem, tornando-as alheias ao sistema democrático evolutivo.
Enfim, “corrige-se” a criatura, mas nunca a sua criadora (sua instituição).
Marcelo: sua vis’ao surpreende para um policial militar…abraco
DIREITO PENAL SIMBÓLICO
O Direito Penal não tem a obrigação de resolver o problema da criminalidade.
Os famosos seqüestros dos empresários Roberto Medina e Abílio Diniz, o assassinato da atriz Daniela Peres, em 2006 um menor foi arrastado pela ruas da Zona Norte do Rio de Janeiro, e agora, este caso do menino João Roberto Amorim.
O que se sabe, na realidade, é que, os crimes dessa natureza continuam a acontecer e o que é pior estão aumentando.
A população clama por punição severa e leis mais extremistas
Com tudo isso, o que se quer dar continuidade no Brasil, na verdade, é um Direito Penal Simbólico, um direito penal semelhante ao do sistema telefônico do “0800″, ou seja, que aqui no Brasil não funciona. Um direito penal do saci-pererê, do sítio do pica-pau amarelo, ou seja, um direito penal das histórias do “faz de conta”.
A solução é estrutural, como bem diz o Professor Paulo Queiroz.
Julio Cesar
o militarismo é filosofia ultrapassada,já nao se aceita tamanha arrogância e prepotência, de quem esconde sua incapacidade intelectual e moral atrás de um pseudo-poder de imposição para curar o égo doente por suas derrotas e frustaçôes que avida secular lhe trás.
Já são cento e vinte e um ano que houve a assinatura da libertação dos escravos,a policia militar completa duzentos anos de fundação, dai da pra descofiar que a policia não foi criada para proteger e sim reprimir.
GOSTARIA E FAÇO UM CONVITE A CADA “CRITICADOR” QUE ANTES DE DIRIGIR QQUER CRITICA AS POLICIAS E/ OU POLICIAIS , QUE VIVAM APENAS UM DIA EM SEUS LUGARES,TENDO QUE CONVIVER E ATENDER A TODAS AS CLASSES DA SOCIEDADE BRASILEIRA, DESDE A ALTA C LASSE ATÉ A MAIS POBRE ,ATENDENDO SEMPRE AS EXIGENCIAS DE CADA UM , SEM DIFERENCA, E, NA MAIORIA DAS DAS VEZES , SENDO VÍTIMA DA PRÓPIA SOCIEDADE , DESDE UMA INJUSTA CRÍTICA OU ATÉ MESMO COM RETALIAÇOES POR PARTE DOS MARGINAIS QUE NÃO SÓ FAZEM VITIMA OS POLICIAS , MAS TAMBÉM AS SUAS FAMÍLIAS E ENTES QUERIDOS, EM DEFESA NA MAIORIA DAS VEZES , DAQUELES QUE SEMPRE NOS OFENDEM MORALMENTE OU ATÉ MESMO FÍSICAMENTE…….. VOLTO A FRISAR ” COM O SACRIFÍCIO DA PROPIA VIDA “….
A discussão ora praticada é, por si só, incoerente. As Polícias bem como outros seguimentos da sociedade sabem muito bem a origem da criminalidade: a falta de educação e o mau exercício do direito e sobretudo, da democracia. O policial é um produto do meio. Ele não foi “fabricado” pela instituição. A Corporação forma e treina profissional, já o comportamento e o instinto natural do ser humano ninguém consegue mudar. A realidade do Rio de Janeiro é um caso à parte. A população abriu os olhos tardiamente. Nos anos 80 era o jogo do bicho e outras infrações toleráveis. E, naquela época, já havia ligação com o tráfico de drogas. O erro, o que é proibido atiça a curiosidade do ser humando. Afrontar o Estado é uma forma de querer se equiparar ou até mesmo de se sobrepor. Taí o equívoco mais grave do democracia. O cidadão briga por um direito próprio e, muitas vezes, não pensa na coletividade. Os juristas, no geral, devem perceber que o brasileiro usa do seu direito geralmente quando já incorreu em algum erro, e, dessa forma, não há advogado que dê jeito, pois a medida será apenas aliviar um pouco a punição. E outra coisa: a sociedade tem o governo que merece, assim como para cada enfermidade tem um remédio específico. A Polícia do Rio mata mais porque morre mais também.E, no dia a dia, ninguem gosta de ser abordado por um “guardinha” que tem somente o ensino médio. Devemos, portanto, rever nossos conceitos, sobre a nossa educação e cultura, e o devido respeito a qualquer pessoa, independente de sua aparencia e classe social. E um alerta: só existe o traficante porque existe o usuário de drogas.
acho um absurdo o total despreparo das policias que por simples aparencia ceifa vidas inocentes mais acho mais absurdo ainda as nossas autoridades maiores protege los se a lei e para todos o pobre miseravel e punido sem nhenhuma misericordia quando e abordado por aparencia que deus que e a autoridade maior venha ter misericordia de todos nos