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PQ, faltou a nota da obra do Merlin Cleve. Em tempo, apesar de nao ser bem o objeto do artigo, qual sua opiniao a respeito da lavratura do termo circunstanciado pela Policia Militar, abstraindo o fato do STF estar entendendo que ‘e constitucional, abra’cos.
Hélio: na verdade, eu jamais me ocupei disso; mas em princípio eu não vejo problema algum, se a PM se limita a lavrar o termo.
Muito bom texto, como sempre. Já escreveu algo específico sobre o poder de investigação do MP?
Não, Cesar; mas, conforme o texto sugere, sou favorável à investigação ministerial. Mais: acho Polícia e MP devem formar instituição única ou, ao menos, a Políca deve ficar vinculada/subordinada ao MP.
Grande Paulo Queiroz, parabéns por mais este artigo. Lélio Braga Calhau
Gostei muito do seu artigo. Gostaria de saber qual sua opinião sobre o Projeto de Emenda Constitucional que propõe a criação da Polícia do Judiciário, nos moldes da que foi criada no âmbito do Poder Legislativo.
Abraços,
SouzaD
Parabéns Paulo Queiroz. Achei muito elucidativo o seu artigo. Creio que neste mesmo molde será a Polícia do Judiciário. Tramita na câmara dos deputados a PEC 358/05, no qual trata sobre a reforma do judiciário. Nela fala-se da transformação do cargo de Técnico de segurança e transporte em Polícia judicial. Pergunto ao nobre colega se é possível tal transformação? e se é possível a nomeação dos atuais candidatos aprovados no ultimo certame, e que estão na fila de espera do cadastro de reserva dos TST’s, para este novo cargo? e se esse novo cargo exigir nível superior, como fica esses candidatos que até então se exigia o nível técnico?
Boa tarde , parabens pelo seu artigo. Sou estudante de direito e tenho uma duvida sobre um trabalho a fazer, se puder me ajudar.
Se um delegado tem seu carro roubado.
Ele poderá presidir as investigações sendo a propria vítima?. como advogado da pessoa indiciada, posso tentar anular a peça investigatória? tenho que emitir o parecer sobre a situação.
Agradeço desde já a atenção
Me desculpe, dr Paulo, mas o seu artigo está muita mais para um parecer pedido por uma associação de polícia legislativa do que um simples artigo, em especial,quando trata da chamada exclusividade da PF. Está parecendo o MP, sempre, por corporativismo, enxergam algo “IMPLÍCITO”, como exemplo o chamado promotor natural ou o poder de investigação do MP.