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3 respostas a “Leis são necessárias?”

  1. Caro Paulo Queiroz
    Falando de política, vou contar a história de um Brasil, que vive pobre, esquecido e mal administrado por corrúptos, insaciáveis por dinheiro e mágicos de impostos.
    E os pobres como ficam?
    Na saúde , na educação, na moradia.Não merecemos tanta miséria, somos humanos e não ”cartelas de bingo”, divulguem, repriminem, mudem de idéia, saia do velho e pense até concluir que, no país em habitamos, aspira e opta por uma ditadura, não tanto severa e não muito liberal, mas fazendo assim, que as leis saiam do papel prevalecendo para todos, e os políticos sejam caçados e excluídos igual ao nosso povo desprezado e sofrído por sua classe social.

  2. Dr. Paulo:
    Interessantíssimo!

    Penso, infelizmente, que apesar das constantes mudanças, por mais evoluída e agradável que aparenta ser uma nova lei, nem todas as pessoas estarão dispostas a respeitar certos limites e a corrigir seu modo de agir. Porque grandes mudanças envolvem, em muitos casos, grandes transformações na vida de cada um.
    Hoje nos damos (ou deveríamos) conta do óbvio: que é necessário e justo respeitarmos nosso semelhante não importa se aceitamos ou rejeitamos suas decisões. Porque quem defende ou condena um suposto “criminoso”, assim como quem aceita ou recusa um tratamento médico sem sangue, o faz baseado em regras que considera legítima, seja humanas ou divinas.
    Porque da mesma forma que não se pode punir sem a presença de norma regulamentadora e a observância das garantias constitucionais, ninguém pode se escusar de cumprir uma lei alegando que não a conhece, ou que seu texto é ultrapassado. Pelo mesmo motivo que condenamos ou absolvemos apoiados em lei ou em nossa convicção, entendemos ou rejeitamos as decisões de um juiz que absolve um acusado, que concede a liberdade provisória ou habeas corpus, (por mais bárbaro que aparenta o crime supostamente praticado) ou ainda que ordena uma transfusão de sangue em uma Testemunha de Jeová mesmo contra sua vontade. Daí, soltar um “criminoso” aparentemente culpado ou autorizar uma transfusão sangüínea é, pois, admitir que aquele ato apenas tornou-se legal, porque amparado em lei. Porém, legítimo, talvez, não o fosse.
    Se apenas duas regras essenciais fossem seguidas igualmente por todos (amar a Deus e o próximo), independentemente de quaisquer interesses pessoais ou convicção filosófica ou religiosa, por certo isso implicaria em mais felicidade para os homens. E não existiriam tantas violações aos direitos, tampouco a necessidade de se reformular e criar outras leis com punições mais severas para crimes que hoje tanto causam vergonha à sociedade.
    Porque querendo ou não, seguindo as idéias do Doutor, sempre existirão regras que foram e serão proibidas, como era e ainda é proibido “comer coisa alguma com sangue” (Gênesis 9:4; Levítico 19:26; Atos 15:28,29), era, e hoje ainda é “proibido roubar”, “proibido matar”. Para alguns ainda se trata de normas ilegítimas; para mim, não.

  3. Desaculpe mas não achei esse site muito bom!
    Não tenho o que eu quero!
    Tchau!!!!!!!!

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