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10 respostas a “DOLO”

  1. PQ, ate hoje nao consegui compreender a idéia de dolo sem vontade introduzida pela professora Ingeborg Puppe e traduzida pelo Luís Greco…

  2. Pois é, a tese também não me convenceu; a propósito, o próprio Greco acaba de publicar um artigo justamente com este nome: “dolo sem vontade”. Se vc não tiver o texto, me informe, te envio por email, PQ

  3. PQ, não tenho o texto, me parece que foi publicado em doutrina lusitana. Gostaria que me enviasse sim, abraços

  4. Exatamente. Informe email.

  5. PQ, te mandei o e-mail, abrs

  6. PQ, na linha do que comentou o Hélio, também não consigo entender o dolo sem o elemento volitivo. Ou seja, o dolo como conhecimento apenas, conforme preceituado por Jakobs, Puppe e Luís Greco. Ademais, desconheço o texto deste último.
    Ficaria grato se pudesse me enviar o citado texto.
    Um abraço.

  7. Ok, Ademir, informe email, PQ

  8. PQ, enviei-lhe o email. Abrs

  9. Olá, Sr. Professor Paulo Queiroz.
    Gostaria de tecer alguns comentários sobre o texto supramencionado.

    Nota nº 2: Ausência da letra “n” em “Naturalmente que nem todos…”
    Nota nº 6: O que é uma ação tópica? Ou o senhor quis dizer ação típica?
    Nota nº 9: Na segunda linha, álcool, com acento agudo. Na penúltima linha, “a juíza” ou “o juiz”?
    Nota nº 10: “Quisto” soa melhor que “querido”, concorda?

    No mais, agradeço a oportunidade de ler os textos publicados e sinceros votos de continuidade do bom trabalho.

    Respeitosamente.

  10. Ok, amigo, obrigado; farei as correções na próxima edição do livro.

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