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7 respostas a “Deus e o Direito”

  1. Segundo a filosofia socrática todo homem é uma estrela, eis que possui luz própria. Quando ele é iluminado é um Deus vivo e possui o conhecimento, pois o verdadeiro conhecimento vem de dentro. Daí, a separação , mencionada no texto DEUS E O DIREITO ser aparente e não real, já que todo homem é um Deus nato, segundo aquela mesma filosofia.

  2. Meus parabens por este belo resumo do Michel Onfray, aliás mais do que um resumo, pois que permeado de comentarios sobre o direito e o ordenamento constitucional brasileiro.
    Somos colegas de Uniceu, eu apenas na manha e na cadeira de economia política.
    Com sua permissão, vou circular esta nota em uma de minhas listas eletronicas.
    Cordialmente,
    Paulo Roberto de Almeida

  3. I’d prefer reading in my native language, because my knowledge of your languange is no so well. But it was interesting!

  4. Eu não vejo outra forma de o direito ser democrático e válido senão encarnando os valores da sociedade que por ele será regida.Imaginemos uma legislação brasileira que admitisse a poligamia,o casamento incestuoso,o direito a auto-mutilação,ao suicídio,à nudez pública ou à exploração da prostituição,enfim,uma lei que aprovasse tudo que o povo repudia.Isso é fazer a vontade do povo?
    Quando a Constituição fala de Deus em seu preâmbulo não é para celebrar essa ou aquela religião como oficial mas sim homenagear um traço cultural do povo brasileiro,em nome de quem se fez a Constituição:a crença em Deus.
    Depois de reconhecer que o Cristianismo é empecilho cultural à aceitação da eutanásia e do aborto(formas de morte)e que esta religião defende a inviolabilidade da vida,fica um tanto incoerente o último parágrafo acusar os cristãos de celebrarem a morte e odiarem a vida.É a Igreja que vive procurando pretextos para matar fetos e moribundos?
    Isso basta para mostrar que o Deus judaico-cristão-islâmico não é assim tão mau como seus adversários pintam.
    Em todo caso,concordo com a necessária distinção entre Direito,Moral e Religião.

  5. A presença do cristianismo na nossa vida e nossos julgamentos morais e jurídicos é indiscutível; mas o problema maior parece residir na forma como lidamos com isso; nem o cristianismo nem o ateísmos são garantias de decisões e jugalmentos justos ou injustos.

  6. Sr.Danilo,é claro que o preâmbulo refere-se ao deus-judaico-cristão,não se faça de besta!
    Sr.Luis tire essa mascara de moralista,voce sabe muito bem que a biblia não e exemplo de conduta e moral.

  7. Ótima leitura. Vou utilizar seu texto como referência em um artigo que tento escrever. Não obstante, ao se falar em vida, sob a ótica de Nietzsche, acredito que não estamos falando em questões sobre aborto ou eutanásia, mas sim em um modo mais complexo, mais amplo, mais filosófico, que não uma aplicação imadiata na realidade. Vida é tudo aquilo que é superior a si mesmo; ou seja, o dogma exclui a possibilidade de auto-superação, ao enfatizar um sistema compacto de vontade, uma vontade de verdade estática, e por isso atenta contra a vida.

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